quarta-feira, 2 de maio de 2012

II - Família, Educação e Escola (escrita)

 OBS: NO DIA 24/4/2012, POSTEI A I PARTE NÃO PERCA A OPORTUNIDADE DE DAR UMA OLHADINHA VALE APENA CONFERIR!

1.     Em relação ao desenvolvimento da escrita:

·        Pedir à criança que escreva a lista de compras.

·        Após assistir uma propaganda, pedir que ela a reescreva, usando o mesmo produto.

·        Incentivá-la a escrever um diário e uma agenda de telefone e endereço.

·        Propor a ela que se correspondia com amigos, parentes e vizinhos.

·        Ajudá-la a escrever para alguma empresa, dando sua opinião sobre o produto.

·        Listar com ela palavras desconhecidas e ajudá-la a procurar seu significado no dicionário.

·        Escrever regulamente na presença da criança.

·        Encorajá-la a escrever histórias a partir de gravuras.

Sabe que é verdade Rita de Cássia Araújo - Graduada em História do Brasil e História da Cultura Afrobrasileira.

"Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é passageira, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes!! "

Acredito nisso. Quantas flores são empilhadas em um funeral e quantas flores a pessoa recebeu em vida?
Aqui vai uma flor virtual minha para você!
Aproveite seu dia!

Entrega de Flores...





Prefiro receber uma rosa e uma palavra amiga de um(a) amigo(a) enquanto estou neste mundo, do que um caminhão de coroas de flores quando eu me for .

Estas são pra ti!!!



Apenas reflita e não esqueça de enviar para todos seus amigos apenas um botão de rosa.

E não me diga que não tem tempo pra isso.

Você não se lembra da frase...

¨
Pare e sinta o perfume das flores¨???

Vamos ver quantos buquês você recebe!!!

Alegria te mantém doce, desafios te mantém forte, tristezas te mantém humano, falhas te mantém humilde, sucesso te mantém reluzente,

Mas... somente amigos...
te mantém em movimento!!!
Veja quantos você receberá hoje!!!

terça-feira, 1 de maio de 2012

I – EQUILIBRIO E POSTURA

PALESTRA I – EQUILIBRIO E POSTURA – Urucânia M.G.                                                
Enf. Fabiana Pereira Barbosa.
JUSTIFICATIVA
Manter-se física e mentalmente ativo possibilita que o ritmo da perda das funções psicológicas e orgânicas se reduza, e que o aumente a qualidade dos anos de vida de um indivíduo (WAGORN, THÉBERGE & ORBAN, 1993). Para que um idoso se adapte a uma atividade física deve ter satisfação clara pela atividade escolhida. Do mesmo modo, é necessário que esta atividade seja adequada às suas condições de prática (GORINCHTEYN, 1999).

       Um dos problemas freqüentemente enfrentado com a chegada da velhice é a alteração da postura corporal, os movimentos são lentos e por isso, o equilíbrio corporal é mais difícil, explicando tantas quedas e tombos (KNOPLICH, 2001). Mas o fato de um indivíduo ter mais de 60 anos não o impossibilita da reeducação postural. A abordagem profilática de uma reeducação postural tem o intuito de minimizar os efeitos do processo degenerativo e da sobrecarga mecânica pela má postura continuada (ARAÚJO, 1996 apud CANDOTTI, PRESSI & SCHUCH, 2000).
Segundo KNOPLICH (2001) tão ou mais freqüente do que um resfriado, a dor na coluna representa um tormento para as pessoas, principalmente as de idade avançada. Quando menos se espera, uma parte do corpo pouco lembrada pede socorro. As dores são sinais de desequilíbrio na musculatura e podem ter causas variadas, que vão desde a má postura até problemas mais sérios como doenças reumáticas, traumas e tumores.
A boa postura é considerada fator importante à saúde do sistema músculo-esquelético, pois se acredita que ela possa evitar problemas álgicos e processos degenerativos. Assim, propostas educativas, preventivas e terapêuticas têm sido oferecidas à população com o objetivo de oportunizar uma melhora da postura corporal, intervir na postura de uma pessoa significa, num certo sentido, indicar-lhe maneiras de entender-se e de se comportar corporalmente (VIEIRA E SOUZA, 2002).
OBJETIVOS
  • Orientar os benefícios da boa postura;
  • Informar a influência da má postura na saúde;
  • Ensinar métodos para adquirir uma boa postura;
  • Orientar para a prática de exercícios físicos em casa para a coluna.

METODOLOGIA
  
As palestras foram realizadas no Salão Paroquial Padre Efraim, um lugar amplo, arejado, bem equipado e de fácil acesso aos idosos. Como a cidade de Urucânia já possuía grupo de idosos formado não foi necessária a distribuição de convites para a participação da palestra, o grupo foi apenas subdividido em grupos de 25.

Primeiramente iniciamos o evento, com uma dinâmica “Urso de pelúcia “ , onde todos sentaram um do lado do outro e o urso de pelúcia ia passando de mão em mão, e quem estivesse com o urso deveria falar o que tinha vontade de fazer com ele.No final que todos falaram foi pedido que façam o mesmo com que fizeram com o urso com a pessoa do lado.Com a dinâmica houve uma grande interação entre eles e pode perceber que o grupo é bem participativo.

Durante a ministração do tema foi levantado varias questões principalmente sobre as conseqüências da má postura na saúde e os modos errôneos de postura no dia-a-dia; discutimos sobre elas e todas foram sanadas. Em seguida servimos o lanche, constituído por pão, biscoito água-sal, bolo e café.

Posteriormente, iniciamos a atividade prática de exercícios para a coluna feitos em casa, com explicação de cada um e os seus benefícios para a postura, foi lembrado que algumas práticas citadas não poderiam ser realizadas por pessoas com problemas em articulações.

Ao final, foi entregue impressos dos exercícios da aula prática e dos cuidados diários com a postura (ANEXO I e II). Todos ficaram muito satisfeitos com a palestra e com a criação do projeto oficina terapêutica.
RECURSOS MATERIAIS
  • Impressos em folha sufiti;
  • Data-show.
ANEXO I

Exercícios para a coluna

Inclinar um pouco o tronco para um lado e depois para o outro. Cuidado para não rodar o tronco. A mão não  deve ultrapassar a altura dos joelhos
 Colocar os braços para trás. Segurando uma borracha, fazer força para abrir os braços. Deixar os braços se fecharem atrás bem devagar


 Exercícios para quadril, joelho e tornozelo

 Exercícios de alongamento : Cuidado com a postura nestes exercícios. Procure se manter com os ombros bem posicionados, assumindo
um porte bem elegante.

ANEXO II


CANDOTTI, Cláudia Tarragô; PRESSI, Ana Maria; SCHUCH, Elisa. Escola Postural para a Terceira Idade. Revista Perfil, ano IX, n. 4, p. 16- 24, abril 2000.

GORINCHTEYN, José Carlos. Os Benefícios da Atividade Física na Terceira Idade. A Terceira Idade, ano X, n. 16, p. 63- 69, maio 1999.

KNOPLICH, José. Viva bem com a coluna que você tem. 19ª Edição. São Paulo: Ibrasa,2001.

VIEIRA, Adriane; SOUZA, Jorge Luiz. Concepções de boa postura dos participantes da Escola Postural da ESEF/UFRGS. Porto Alegre: Movimento, ano V, n. 1, p. 9-20, janeiro/abril, 2002.

WAGORN, Y. ; THÉBERGE, S. ; ORBAN, A. R. Manual de Ginástica e Bem-Estar para aTerceira Idade: Para uma velhice feliz e saudável. São Paulo: Marco Zero, 1993.

UES M. E. & MORAES J. P. Escola postural para a terceira idade. PRAXISTERAPIA - Vol. VIII - N 8 - Julho de 2003 - Revista de Fisioterapia da Universidade de Cruz Alta.










Projeto Educação Continuada para Agentes Comunitários

PREFEITURA MUNICIPAL DE URUCÂNIA
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

PROJETO EDUCAÇÃO CONTINUADA PARA
AGENTES COMUNITARIOS .
URUCÂNIA 2010

1.INTRODUÇÃO

A Estratégia de Saúde da Família (PSF) foi criada pelo Ministério da Saúde para reorganizar a prática assistencial no Brasil, com a finalidade de promover a saúde das famílias com base em uma nova dinâmica (Pedrosa & Telles, 2001; Brasil, 2000).
Esse modelo assistencial prioriza o trabalho multidisciplinar, envolvendo médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem e agentes comunitários, no qual todos devem se identificar com uma proposta de atendimento que exige criatividade e iniciativa para trabalhos comunitários e em grupo (Brasil, 1997). Mais recentemente, evidencia-se um aumento importante do número de agentes comunitários vinculados ao programa PSF que tem contribuído para uma profunda mudança no conceito de cuidados de saúde no País.
 Aproximadamente um quinto da população brasileira está em contato com as equipes de saúde do PSF (Unicef, 2001). Existem, atualmente, 17.608 equipes do Programa atuando em cerca de quatro mil municípios brasileiros, assistindo em torno de 57 milhões pessoas. A meta do governo federal é de que, até o ano de 2006, estejam atuando 32 mil equipes no atendimento de 100 milhões de pessoas, ou seja, cerca de 77% da população brasileira (Brasil,2004).
Para o Ministério da Saúde, o agente comunitário de saúde é um trabalhador que faz parte da equipe de saúde da comunidade onde mora. É uma pessoa preparada para orientar famílias sobre cuidados com sua própria saúde e também com a saúde da comunidade (Brasil, 1999). Sem dúvida, esse trabalhador apresenta características especiais, uma vez que atua na mesma comunidade onde vive, tornando mais forte a relação entre trabalho e vida social (FERRAZ & AERTS,2004). Os agentes comunitários de saúde (ACS) possuem um papel muito específico que os difere dos demais membros da equipe. Antes de tudo, são pessoas que convivem com a realidade e as práticas de saúde do bairro onde moram e trabalham, portanto identificam-se com a cultura, linguagem e os costumes de sua própria comunidade (Nunes, 2002).
Programa de Agentes Comunitários de Saúde é uma importante estratégia do Ministério da Saúde que busca promover a reorientação do modelo assistencial no âmbito do município, a quem compete à prestação da atenção básica à saúde. Por isso, tanto a Lei nº 10.507/2002, no seu art. 4º, como a Portaria n° 1.886/1997 (do Ministro de Estado da Saúde), no subitem 7.6 do seu Anexo I, prevêem que o agente comunitário de saúde prestará os seus serviços ao gestor local do SUS (BRASIL, 2000). PACS (Programa de Agentes Comunitários de Saúde) e o PSF (Programa de Saúde da Família) – estão intimamente relacionadas e são valorizadas principalmente por estarem de acordo com o princípio do direito universal á saúde, por integrarem o conjunto da rede de saúde e por fixarem os profissionais junto a sua clientela.
 Novos padrões de relacionamento estão sendo criados baseados na territorialização, no vínculo, na participação popular no controle social.
  Esta proximidade do atendimento permitiu que fossem criados vínculos de co- responsabilidade entre o Serviço de Saúde e a Comunidade e facilitou a identificação e a resolução dos seus problemas de saúde. Ainda dentro do contexto de proximidade, os Agentes Comunitários de Saúde são os elos estratégicos fundamentais, por representarem o vínculo da relação direta e efetiva que se estabelece entre as famílias e a Unidade de Saúde.

2. JUSTIFICATIVA

O trabalho do Agente Comunitário de Saúde - ACS remete à importância da Atenção Primária à Saúde, colocada como reorientação dos sistemas de saúde desde a Conferência de Alma-Ata, com a meta Saúde para Todos no Ano 2000. As premissas da Atenção Primária são a atenção integral, o trabalho em equipe e a integração dos serviços de saúde. E essa condição de porta de entrada do sistema de saúde ressalta o trabalho do ACS, e a importância do PSF – Programa Saúde da Família. Em todo o país são cerca de 204 mil Agente Comunitário de Saúde (ACS), presentes tanto nas comunidades rurais e periferias urbanas quanto nos municípios altamente urbanizados e industrializados. Eles estão integrados ao programa “Saúde da Família”, coordenado pelo Ministério da Saúde, e são selecionados dentro das próprias comunidades aonde irão atuar. Por essa razão estratégica em termos de mediação, os ACS são essenciais nas funções de informar e comunicar sobre saúde no Brasil. Possuem os mesmos signos e símbolos de seus clientes e por isso são considerados essenciais no ato de mediar sobre saúde, possibilitando solidez no contato e um relacionamento mais dinâmico, de trocas, em que o cidadão pode se identificar por meio da linguagem comum, estabelecendo uma relação baseada na confiança, substantivo fundamental quando a temática é saúde (SIMIÃO & MELO, 2009). Os agentes comunitários conhecem profundamente a realidade local porque são parte da comunidade. Conhecem os valores, a linguagem, os perigos e as oportunidades. Representam uma possibilidade muito especial de trazer para dentro das equipes de saúde o olhar da população. Um olhar que revela necessidades de um ponto de vista diferente e que, portanto, abre as portas para um universo novo de intervenção. (Feuerwerker & Almeida, 2000). Os agentes comunitários de saúde devem, então, ser capacitados sobre os diferentes aspectos do processo saúde-doença. Além do saber biomédico, precisam ser incorporados, em sua formação, outros saberes que favoreçam o processo de interação desses agentes com as famílias, bem como a identificação de suas necessidades. A compreensão do processo saúde-doença em todas as suas dimensões (biológica, social, política, econômica e cultural) é importante para o planejamento adequado das ações de saúde com base na realidade em que se encontram as famílias (Nunes, 2002). “Os ACS, denominados no SUS como educadores em saúde, têm por missão institucional e comunitária, melhorar a capacidade da população para cuidar da saúde, transmitindo-lhes informações e conhecimentos básicos para este fim.” Assim a capacitação desses profissionais é essencial para o funcionamento do sistema. A portaria Nº 1.886 traz que: A capacitação do Agente Comunitário de Saúde deve ocorrer em serviço, de forma continuada, gradual e permanente, sob a responsabilidade do Instrutor-Supervisor, com a participação e colaboração de outros profissionais do serviço local de saúde. Corbo, Morosini e Pontes (2007) apresentam a portaria n.648 de 2006, em que fica definido que às equipes de saúde da família devem ser oferecidos capacitação (um curso introdutório) concomitante ao início do trabalho, sendo as Secretarias de Estado da Saúde e as Secretarias Municipais de Saúde em municípios com população inferior a 100 mil habitantes; já aqueles municípios com população maior que 100 mil habitantes o curso é responsabilidade dos municípios. O agente comunitário de saúde (ACS) é uma pessoa da própria comunidade, que vive vida igual à de seus vizinhos, mas que deve ser preparado para orientar as famílias a cuidarem de sua própria saúde e também da saúde da comunidade. Ele deve agir em sintonia com a unidade de saúde mais próxima. Ë um trabalhador que faz parte da equipe de saúde local. O ACS deve atender os moradores de casa em casa em todas as questões relacionadas com saúde, dentro da sua competência: identifica problemas, orienta , encaminha, e acompanha a realização dos procedimentos necessários à proteção, a promoção, a recuperação/ reabilitação da saúde das pessoas da comunidade.

3. OBJETIVOS

3.1 OBJETIVO GERAL

Capacitar e qualificar os agentes comunitários em competências básicas exigidas pela profissão facilitando seu trabalho e contribuindo para a formação de cidadãos ativos e conscientes capazes de contribuir positivamente na comunidade em que estão inseridos.

3.1 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

• Determinar a necessidade de conhecimento do ACS, no que diz respeito à prevenção, controle e tratamento de enfermidades e agravos mais freqüentes na população;
• Diagnosticar o conhecimento do ACS sobre a Atenção Primária à Saúde em no município • Propiciar aos ACS conhecimentos que ajudem na sua pratica diária;
• Capacitar os ACS para o atendimento integral a população, considerando as características específicas da área de atuação;
• Contribuir para o aperfeiçoamento do ACS, no campo da atenção à saúde.

4. METODOLOGIA

Os temas serão abordados através de oficinas e capacitação, com duração de três horas com intervalo para descanso de 15 min. Antes do inicio da aula será entregue material com o tema a ser discutido naquele dia, para um melhor acompanhamento e aprendizado do publico alvo ( ACS). Os temas a serem ministrados são os exigidos pelos Ministério da Saúde para o ACS exercer sua profissão, os seguintes: • Competências do agente comunitário de saúde; • O papel do agente comunitário de saúde na comunidade; • Noções de higiene física; • Noções de nutrição; • Saúde da criança, do adolescente, do adulto, do trabalhador, do idoso; • Doenças relacionadas ao trabalho e doenças mais comuns nos trabalhadores; • Princípios para o trabalho em equipe; • Conhecimentos em epidemiologia e controle de doenças • Noções de doenças como Malária, Leishmaniose, Esquistossomose, Febre Amarela, Dengue, • Doença de Chagas, • Noções (prevenção, forma de contágio, sinais e sintomas) sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis (AIDS, Sífilis, Gonorréia, HPV, etc); • Planejamento familiar e métodos anticoncepcionais; • Critérios para referenciar pacientes ao posto de saúde.

5. METAS A SEREM ALCANÇADAS

• Melhor desempenho do ACS; • Otimizar a apreensão de conhecimentos a partir da construção participativa dos conteúdos das oficinas; • Capacitar os ACS para reorientação das ações e práticas dirigidas à clientela da comunidade, contribuindo para melhoria da qualidade de vida destes; • Melhora de serviços dos agentes comunitários; • Busquem, em parceria com a comunidade, soluções para a melhoria da qualidade de vida das famílias atendidas; • Reconhecer o papel de agente comunitário dentro da equipe da PSF. 6. REFERÊNCIA BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. O Trabalho do Agente Comunitário de Saúde. Brasília, 2000. Brasil . Programa Saúde da Família – PSF.Ministérioda Saúde. Disponível em . Acessado em 16/07/2004. BRASIL,Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Saúde em família: uma estratégia para reorientação do modelo assistencial. Brasília, 1997. CORBO, A. D; MOROSINI, M.V.G.C.; PONTES, A.L.M. Saúde da Família: construção de uma estratégia de atenção à saúde. In.: Morosini, M.V.G.C. Modelos de atenção e a saúde da família. Rio de Janeiro: editora Fiocruz, 2007. FEUERWEKER, L.C.M.; ALMEIDA, M.J. O Programa de Saúde da Família e o direito à Saúde. Olho Mágico, v.6, n.22, p.22-5, 2000. LEVY F. M.; MATOS P.E.S. & TOMITA N.E. Programa de agentes comunitários de saúde: a percepção de usuários e trabalhadores da saúde. Cad. Saúde Pública vol.20 no.1 Rio de Janeiro Jan./Feb. 2004 NUNES, O.M.; TRAD, L.B.; ALMEIDA, B.A.; HOMEN, C.R.; MELO, M.C.I.C. O agente comunitário de saúde: construção da identidade desse personagem híbrido e polifônico. Cad. Saúde Pública, v.18, n.6, p.1639-46, 2002 PEDROSA, J.I.S.; TELES, J.B.M. Consenso e diferenças em equipes do Programa Saúde da Família. Rev. Saúde Pública, v.35, n.3, p.303-11, 2001. SIMEIÃO E.L.M. & SOARES C. O. M. Alfabetização em informação para a capacitação do agente comunitário de saúde no Brasil: proposta de mediação baseada no modelo extensivo e colaborativo. R. Eletr. de Com. Inf. Inov. Saúde. Rio de Janeiro, v.3, n.3, p.58-66, set., 2009 Unicef – Fundo das Nações Unidas para a Infância. RelatórioSituação da Infância Brasileira 2001. Desenvolvimentoinfantil – os primeiros seis anos de vida.

MONITOR RESPONSÁVEL:Enf. Fabiana Pereira Barbosa

Metodologia

Didática e Metodologia

  Tanto a Didática como a Metodologia estudam os métodos de ensino. Há, no entanto, diferença quanto ao ponto de vista de cada uma.
A Metodologia  estuda os métodos de ensino, classificando-os e descrevendo-os sem fazer juízo de valor.
A Metodologia é importante por uma razão muito simples: para escolher o método mais adequado de ensino precisamos conhecer os métodos existentes.

Conceitos básicos:

Procedimentos de ensino, estratégias, métodos e técnicas. Esses são alguns dos termos utilizados para designar aspectos relativos ao tópico Como ensinar.

Vejamos o significado especifico de cada um desses termos:

Estratégia- É uma palavra emprestada da terminologia militar. Trata-se de uma descrição dos meios disponíveis pelo professor para atingir os objetivos específicos.

Método- O significado etimológico da palavra método é: caminho a seguir para alcançar um fim . Para nosso objetivo podemos conceituar método como sendo um roteiro geral de atividade. O método indica as grandes linhas de ação,sem se deter em operacionalizá-las. Podemos dizer que o método é um caminho que leva até certo ponto, sem ser o veículo de chegada que é a técnica.

Técnica- É a operacionalização do método. Se o professor, por exemplo, quer utilizar um método ativo para atingir seus objetivos, poderá operacionalizar esse método através da utilização da diferentes técnicas de dinâmicas de grupo.

Procedimentos- Maneira de efetuar alguma coisa. Consistente em descrever as atividades desenvolvidas pelo professor e atividades desenvolvidas pelos alunos

 Classificação dos Métodos e Técnicas:

Métodos e técnicas tradicionais:

1.    A aula expositiva e a técnica de perguntas e respostas.

Técnicas e métodos novos:

1.    Método Montessori

2.    Centros de interesses

3.    Método de solução de problemas

4.    Método de projetos

5.    Trabalho em grupos

6.    Unidades didáticas

7.    Estudos do meio

8.    Método psicogenético


Dia do trabalhador:

Hoje dia 1º de Maio dia do trabalhador.
Aqui estão representados alguns de nossos trabalhadores e quero parabenizar todos os outros...

Trabalhador:
Que você possa renovar cada dia a coragem de sempre recomeçar.
Parabéns!!!

Um abraço carinhoso!
Elaine.













Datas Comemorativas do Mês de Maio:



01 • Dia Mundial do Trabalho

02 • Dia Nacinal do Ex-combatente
02 • Dia do Taquígrafo

03 • Dia Mundial da Liberdade de Imprensa
03 • Dia do Parlamento
03 • Dia do Sertanejo
03 • Dia do Sol

05 • Dia de Rondon
05 • Dia da Comunidade
05 • Dia Nacional do Expedicionário
05 • Dia do Artista Pintor
05 • Dia do Marechal Rondon

06 • Dia do Cartógrafo
06 • Dia do Taquígrafo

07 • Dia do Oftalmologista
07 • Dia do Silêncio

08 • Dia da Vitória
08 • Dia do Artista Plástico
08 • Dia do Pintor
08 • Dia do Profissional Marketing
08 • Dia Internacional da Cruz Vermelha

09 • Dia da Europa

10 • Dia da Cavalaria
10 • Dia do Campo
10 • Dia da Cozinheira
10 • Dia do Guia de Turismo

11 • Dia das Mães - 2 Domingo de Maio
11 • Integração do Telégrafo no Brasil
11 • Dia do Engenheiro Militar

12 • Dia Mundial do Enfermeiro / Dia da Enfermeira

13 • Abolição da Escravatura
13 • Dia do Automóvel
13 • Dia da Fraternidade Brasileira
13 • Dia da Imprensa Nacional
13 • Dia do Zootecnista

14 • Dia Continental do Seguro

15 • Dia do Assistente Social
15 • Dia do Gerente Bancário
15 • Dia de Combate a Infecção Hospitalar

16 • Dia do Gari

17 • Dia Internacional da Comunicação e das Telecomunicações
17 • Dia da Constituição

18 • Dia dos Vidreiros
18 • Dia Internacional dos Museus

19 • Dia dos Acadêmicos do Direito

20 • Ascensão do Senhor
20 • Dia do Comissário de Menores

21 • Dia da Língua Nacional

22 • Dia do Abraço
22 • Dia do Apicultor

23 • Dia da Juventude Constitucionalista

24 • Dia da Infantaria
24 • Dia do Datilógrafo
24 • Dia do Detento
24 • Dia do Telegrafista
24 • Dia do Vestibulando

25 • Dia da Indústria
25 • Dia do Massagista
25 • Dia do Trabalhador Rural
25 • Dia da Costureira
25 • Dia do Massagista

26 • Dia do Revendedor Lotérico

27 • Dia do Profissional Liberal
27 • Dia Mundial dos Meios de Comunicação

28 • Dia do Educador
28 • Dia do Ceramista

29 • Dia do Estatístico
29 • Dia do Geógrafo

30 • Dia das Bandeiras
30 • Dia do Decorador
30 • Dia do Geólogo

31 • Dia do Comissário de Bordo
31 • Dia Mundial das Comunicações Sociais
31 • Dia do Espírito Santo
31 • Dia Mundial sem Tabaco