terça-feira, 10 de junho de 2014

Vamos redigir o texto com a pofessora Denise Ferreira.

Escola Municipal Manoel Mayrink Neto.
Aprendendo para a vida.



Obs: Caro professor  você poderá utilizar essa atividade em qualquer ano...
... Use sua criatividade. 
Bom trabalho!

Vamos nessa Brasil!

"Aprendendo para a vida!"




domingo, 8 de junho de 2014

Vamos jogar Caça-rimas?

Escola Municipal Manoel Mayrink Neto.
 Aprendendo para a vida. 

Professora: Marciana.
Turma: 2º ano / 3º Turno.





Professora Marciana e seus aluno / 2013.
Objetivos didáticos:

- compreender que as palavras são compostas por unidades sonoras;
- perceber que palavras diferentes podem possuir partes sonoras iguais, no final;
- desenvolver a consciência fonológica, por meio da exploração de rimas;
- comparar palavras quanto às semelhanças sonoras.

Público-alvo:

Alunos em processo de alfabetização, que precisam perceber que a palavra é constituída de significado e sequência sonora e que precisam refletir sobre as propriedades sonoras das palavras, desenvolvendo a consciência fonológica.

Sugestões de encaminhamento:

O professor deve ler, em voz alta, as regras do jogo e discutir com os alunos sobre como ele funciona, à medida que lê. Durante o jogo, caso existam dúvidas quanto às regras, o docente pode ler novamente o texto, mostrando aos alunos que é necessário compreender e aceitarmos as regras. Esse procedimento contribui para uma melhor interação entre as crianças e para que elas se familiarizem com este gênero textual: instruções de jogos.

É interessante escolher um líder do jogo que fará a distribuição das cartelas entre os participantes. Em seguida, os alunos podem jogar sozinhos e o vencedor poderá fazer a distribuição das cartelas para uma nova rodada do jogo. O vencedor também poderá ser solicitado a realizar a conferência dos pares, em voz alta, junto com o grupo.

É importante que, antes do início do jogo, as palavras representadas pelos desenhos sejam faladas em voz alta. Esse procedimento é importante, porque é possível que os alunos conheçam o objeto representado por outro nome e, por isso, não consigam encontrar seus pares. Por outro lado, muitas vezes, ao olharmos uma imagem, temos dúvidas sobre o que elas estão, de fato, representando.

Dicas ao professor:

Esse jogo é muito interessante, porque permite que o aluno descubra que palavras diferentes podem ter o mesmo “pedaço” sonoro final (a rima). Como desdobramento, inicialmente, pode-se solicitar aos alunos que pensem em outras palavras que rimam com os pares encontrados. Pode-se, ainda, pedir que escrevam as palavras que rimam e circulem as partes das palavras que possuem as mesmas letras (rimas).





Obs: Muito bem! Desejo a todos muito sucesso.



















Jogos de alfabetização - Caixa do CEEL



 Escola Municipal Manoel Mayrink Neto.
Aprendendo para a vida.
Professora: Sebastiana Diniz
Turma:1º / 3º Turno.
Jogo 9: Palavra dentro de palavra
Objetivos didáticos:

- Compreender que as palavras são compostas por unidades sonoras menores;
- Perceber que palavras diferentes possuem partes sonoras iguais;
- Compreender que uma seqüência de sons que constitui uma palavra pode estar contida em outras palavras.
-Segmentar palavras, identificando partes que constituem outras palavras.

Público-alvo:

Alunos em processo de alfabetização, que ainda não compreendam todos os princípios do sistema alfabético, tal como o de que palavras que possuem segmentos sonoros semelhantes possuem também sequências de letras similares; ou os que não compreendam que as palavras são constituídas de segmentos sonoros menores (silabas). Também pode ser utilizados com alunos que necessitam sistematizar e consolidar a correspondência entre a escrita e a pauta sonora.

Sugestão de encaminhamento:

O professor deve ler, em voz alta, as regras do jogo e discutir com os alunos sobre como ele funciona, à medida que lê. Durante o jogo, caso existam dúvidas quantos às regras, o docente pode ler novamente o texto, mostrando aos alunos que é necessário compreendermos e aceitamos as regras. Esse procedimento contribui para a melhor interação entre as crianças para que elas se familiarizem com este gênero textual: instrução de jogos.

Durante o jogo, não é necessário permanecer junto ao grupo, mas é importante dar informações quando os alunos solicitarem. Tal mediação, no entanto, pode ser feita por meio de questões que levam os alunos a tomarem consciência dos segmentos sonoros por meio da repetição das palavras para que os alunos prestem atenção em cada parte que está sendo falada.

Dicas ao professor:

O jogo “Palavra dentro de palavra” oportuniza aos alunos analisar as partes que compõem as palavras. Para tal, os estudantes decompõem cada palavra. As atividades de composição e decomposição possibilitam a análise e síntese das palavras, favorecendo a reflexão acerca de que as palavras são formadas por segmentos menores (sílabas e fonemas ) e que tais segmentos são utilizados para a produção de novas palavras, oportunizando a reflexão sobre as correspondências entre o oral e o escrito.

 No caso desse jogo, além de formar pares de palavras, os alunos terão oportunidade de pensar sobre os sons que compõem as palavras e quais as semelhanças entre elas. O importante não é o aluno memorizar as palavras que fazem parte de outras palavras e, sim, que ele perceba qual a lógica usada no nosso sistema de escrita, através de um processo de reflexão. 

Como as fichas azuis apresentam não só a figura, mas a escrita da palavra correspondente a ela, os alunos podem perceber ( e o professor pode explorar ) que, no geral, a uma mesma sequência de sons, corresponde uma sequência de letras.

O professor pode criar variações, considerando as hipóteses de escrita dos alunos. Por exemplo, para crianças em níveis de escrita mais avançados, as fichas vermelhas poderiam ser utilizadas para escrita de palavras com o alfabeto móvel, e o vencedor seria o que escrevesse mais palavras que iniciassem com o mesmo som da figura. Para as crianças em níveis iniciais, poderia ser proposto pensar sobre a quantidade de segmentos sonoros das palavras das figuras.

 Meta do jogo:
 Ganha o jogo quem formar mais pares de palavras usando as fichas que recebeu.

 Jogadores:
 2, 3 ou 4 jogadores ou grupos.

Materiais:
 ·         12 fichas de cor azul, contendo as figuras e as palavras correspondentes;



Regras:

 - As 12 fichas de cor vermelha são distribuídas igualmente entre os jogadores;
-  As fichas de cor azul devem ficar em um monte, viradas para baixo, no meio da mesa;
-  Decide-se quem iniciará o jogo e a ordem das jogadas;
-  Dado o sinal de início do jogo, o primeiro jogador deve desvirar uma ficha do monte e verificar quais, entre as suas fichas vermelhas, apresentam “a palavra dentro da palavra” da ficha azul que foi desvirada;
-  Caso encontre um par o jogador deve baixá-lo sobre a mesa; se nenhuma de suas fichas vermelhas tiver uma “palavra dentro da palavra” que foi desvirada, ou o jogador não perceber o par, ela é colocada no final do monte e o jogo continua;
-  Ganha o jogo quem se livrar das suas cartas primeiro, formando mais pares de palavras.

Repertório de palavras usadas no jogo:
Mamão – Mão
Casa – Asa
Lampião – Pião
Luva – Uva
Sacola – Cola
Fivela – Vela
Galho – Alho
Sapato – Pato
Galinha – Linha
Tucano – Cano
Repolho – Olho
Soldado – Dado

Professor, esse jogo proporciona aos alunos analisar as partes que compõem as palavras. Além de formar pares de palavras, os alunos terão oportunidade de pensar sobre os sons que compõem as palavras e quais as semelhanças entre elas. O importante não é somente o aluno memorizar as palavras que fazem parte de outras palavras, mas, sim, que ele perceba qual a lógica usada no nosso sistema de escrita, por meio de um processo de reflexão durante o jogo.
Como as fichas azuis apresentam não só a figura, mas a escrita da palavra correspondente a ela, os alunos podem perceber (e você, professor, pode explorar) que, no geral, uma mesma sequência de sons corresponde a uma sequência de letras.
A partir do jogo, crie variações, considerando as hipóteses de escrita dos alunos. Por exemplo:
Para alunos em níveis de escrita mais avançados as fichas vermelhas poderiam ser utilizadas para escrita de palavras com o alfabeto móvel, e o vencedor seria o que escrevesse mais palavras que iniciassem com o mesmo som da figura.
Para os alunos em níveis iniciais de escrita poderia ser proposto pensar sobre a quantidade de segmentos sonoros das palavras das figuras.


Professora Sebastiana Diniz e seus alunos do 1ºano/2013










Fonte: Brasil. Ministério da Educação. Jogos de Alfabetização: Palavra dentro da palavra. Brasília, 2009. p. 69-71-72-73.
Fonte: CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM – CEEL. Kit jogos de jogos educativos. Universidade Federal de Pernambuco.

Parabéns! Continuem brilhando. Um abraço.


sábado, 7 de junho de 2014

Estação Leitura.

 Escola Municipal Manoel Mayrink Neto.
Aprendendo para a vida.

Vamos recordar!

 Ler é uma viagem Mágica.
Embarque nessa!

 











 Vou te dar uma dica para entender melhor sei que ficou curioso (a)
Que tal voltar nas postagens de Março de 2014 para poder...
Aguardarei vocês.

1º Seminário de Formação em Juiz de Fora:


PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA
1ª SEMINÁRIO – 07 a 11 de abril de 2014 –  Granbery
Dia: 9/4/2013 (quarta-feira)

Temas ministrados pela formadora Ana Paula Lenz ( Matemática) 
em parceria com formadora Queila (Língua Portuguesa):  
1 - Leitura do FeedBack
2 - Leitura deleite (A Monstro Mática).
3 - Inicicando a Conversa: O eixo Número e Operações será abordado em um conjunto de 3 cadernos.
O tema central deste caderno 2 são os Números.
Eles serão analisados a partir das seguintes perspectivas:
1ª - Apresenta os números como resultante de uma operação de contagem que segue alguns princípios lógicos e possui variadas formas de registros;
2ª - Apresenta os números no âmbito das situações de uso em contextos sociais.
O objetivo geral do caderno é provocar reflexões sobre a ideia de número e seus usos sem situações do cotidiano, oferecendo subsídios para as práticas pedagógicas desenvolvidas com as crianças.
       4 - Trabalho em grupo (O mundo sem a Matemática) ( confecção de cartazes utilizando figuras de revistas )




       

 5- Poesia (Não é Bicho papão!). Leitura e comentários 
6 -  Questionamentos ( slide 4 ) Você já perguntou ao seu aluno para que serve a matemática ?
         
7 - Atividade (em busca de números ) pegar recortes de jornais e revistas onde aparecem número ( apresentar em cartazes - papel pardo )
      
 8 - O que é ser numeralizado?
Significa ter familiaridade com o mundo dos números, empregar diferentes instrumentos e formas de representação, compreender as regras que regem os conceitos matemáticos imbricados nessas situações. Em última instância, ser numeralizado significa ser capaz de pensar matematicamente nas mais diferentes situações do cotidiano, estando associado tanto às experiências escolares como a experiências extraescolares que ocorrem antes mesmo da formalização da matemática através de situações de ensino. (...) está relacionado ao que a literatura denomina sentido de número ou sentido numérico.O sentido de número, ou sentido numérico, pode ser entendido como uma habilidade que permite que o indivíduo lide de forma bem sucedida e flexível com os vários recursos e situações do cotidiano que envolvem a matemática. É uma boa intuição sobre números, sobre seus diferentes significados, seus usos e funções; uma intenção de atribuir significado para as situações numéricas. É algo que se desenvolve gradualmente sem se limitar ao uso dos algoritmos tradicionais ou à formalização própria do contexto escolar.
Segundo Spinillo (2006), são indicadores de sentido numérico:
a) Realizar cálculo mental flexível;
b) Realizar estimativas e usar pontos de referência;
c) Fazer julgamentos quantitativos e inferências;
d) Estabelecer relações matemáticas; 

 e) Usar e reconhecer que um instrumento ou um suporte de representação pode ser mais útil ou apropriado que outro. 
O conhecimento é uma construção individual. Ele é adquirido com base nas interações com objetos, pessoas e o meio;
Pode-se dizer que existem três tipos de conhecimento:
     FÍSICO – propriedades físicas dos objetos  - descoberto através das ações sobre os objetos  e estes são a fonte – tamanho, cor, textura, som, sabor, flexibilidade, grossura, etc.;
     SOCIAL – obtido por meio das ações sobre e das interações com as pessoas e estas são a fonte – linguagem, regras morais, valores, cultura, história, sistema de símbolos, etc.;
      LÓGICO-MATEMÁTICO – inventado a partir das ações sobre os objetos; as ações são a fonte – número, massa, área, volume, comprimento, classe, ordem, tempo, peso, etc.; 
Embora a Matemática esteja inserida em nossa vida muito antes de aparecer na escola como conteúdo curricular, ao iniciar o Ensino Fundamental, a criança logo  necessitará aprender os números na ordem certa.
  9 - Atividade (Quanto tem na mão? (purinha); Quanto eu ganho?
Cadernos do Pacto. 
      
Obs: Um abraço a todos e em especial a nossa turma do PNAIC.
Fiquem atentos!Breve postarei novas atividades.

Nesta Copa do Mundo...

Aprendendo para a vida.